A primeira edição do Gaia Escola, realizada em Brasília, de agosto de 2015 a julho de 2016, contou com o apoio do SESI – Conselho Nacional, envolveu 49 participantes. Foram 11 meses de intensa aprendizagem, que gerou 12 núcleos de projeto em 10 escolas públicas do Distrito Federal e 2 em projetos educativos, dando o início a uma “incubadora” de comunidades de aprendizagem.
Além de criar núcleos de projeto de trnasformação da prática escolar, o Gaia Escola, inoculou protótipos de comunidades de aprendizagem e potencializou o surgimento de uma rede de projetos no território do Distrito Federal que, em pouco tempo, vem catalisando a agregação de educadores que almejam co-criar uma nova educação. Mesmo em fase inicial, essa rede de escolas compartilha experiências, ferramentas e dispositivos pedagógicos agindo diretamente na melhoria de diversos processos educacionais, assumindo, assim, o seu caráter inovador e democrático.

Piracanga não é um lugar como outro qualquer… Situada na Península de Maraú, Bahia, cenário de rara beleza, onde rio, céu e mar se encontram sobre o olhar sereno dos coqueiros, que vivem a beira da praia, Piracanga acolhe seres humanos em busca de viver sua verdadeira essência. Com mais de 20 projetos em ação, a comunidade se dedica a transformar nossa relação com a natureza, a educação, as artes e a sociedade, tendo como princípio básico o autoconhecimento. Foi nesse lugar que a nave Gaia Escola Inkiri Piracanga aterrissou.
Com a disposição de experimentar viver uma comunidade de aprendizagem, 38 participantes iniciaram um percurso de transformação pessoal e profissional, e co-criaram uma Rede de Projetos de Transformação da Educação formada por 23 núcleos de projeto distribuídos pelos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso, Santa Catarina, Ceará, Amazonas e Bahia.

O Projeto Alto Independência, desenvolveu-se no período de julho de 2015 a dezembro de 2016, em Petrópolis, na escola e bairro que deu nome ao projeto, por iniciativa da Secretaria de Educação de Petrópolis, com o objetivo de construir uma política de Educação Integral sob a perspectiva de uma formação para além do ensino formal, algo mais que a extensão da jornada escolar.
O projeto operou a reconfiguração da prática pedagógica da escola, criando as condições para a criação de um protótipo de comunidades de aprendizagem.O desenvolvimento do projeto foi possível graças à parceria entre a EcoHabitare, a Prefeitura de Petrópolis e os Parceiros da Educação/RJ. Mesmo com seu pouco tempo de vida, os resultados da mudança, não só no desempenho dos educandos, mas de toda a comunidade, levaram o projeto a receber o Certificado de Projeto Inovador do MEC, em dezembro de 2015.
Fazer educação de forma humana, emancipatória, autônoma é a proposta do projeto. Suspenso em dezembro de 2016, as sementes plantadas em terreno fértil continuaram no Alto Independência deram fruto no ano de 2017 e o projeto continuará em 2018.

Fala sobre experiências inovadoras na educação. 

Um novo olhar e novas construções sociais de aprendizagem!

O objetivo desde livro não é, com certeza, ser um tratado sobre valores. Para isso, há muitas obras publicadas. O conjunto de valores aqui trabalhados é limitado. E justamente neste fato está o seu valor, a sua riqueza. Valores, temos muitos. Quais assumir? Quais tomar como referência? As reflexões aqui partilhadas pelo professor José Pacheco expressam, antes de tudo, uma prática, uma vivência concreta no âmbito da escola. Tais reflexões e experiências nos inspiram a desejar e a buscar transformação: primeiramente em nós mesmos e, por consequência, em nosso fazer pedagógico. 

Um livro inspirador. É assim que a nova obra de José Pacheco, o idealizador do projeto inovador da Escola da Ponte, deve ser encarada. Escrevendo cartas a educadores brasileiros que já se foram, na esperança de que elas cheguem às mãos dos que estão por aqui, o autor espera que o pensamento e a ação daqueles inspirem estes a realizar a revolução de que a educação do país precisa.

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